lunes, 21 de febrero de 2011
TEMPOS MODERNOS
Charles Chaplin foi um gênio em mostrar a antropologia social, antes mesmo que esta tivesse nome definido ou sistematizaçao. Em tempos modernos a massificaçao do trabalho, a alienaçao do mesmo com o papel inesquecível do operário cosificado, transformado em simbiose máquina-homem, transformava através da comédia, a tragicidade do ser, alienado, sem objectivos relacionáveis com o seu produto realizado, com o seu fim laboral. Quando realizou o grande ditador, mostrando a cara mais grotesca e estapafúrdia do mal, das diferenças de raças tao inerentes ao racismo hitleriano... Na pele do seu personagem mais venerado, o vagabundo, mostrava que a ausência de apoios sociais aos marginados da Inglaterra industrial, sem apoios econômicos, morais ou sociais. Em o menino, o retrato da pobreza infantil, do abandono que seria uma clara realidade nos países mundiais, quase um universal cultural do descaso infantil durante anos... Chaplin por sorte ainda vive nos seus filmes, o marco de imortalidade dos grandes artistas e deve ser reafirmado cada dia que as mesmas injustiças voltar a nos atacar..Um antropólogo do cinema...
domingo, 20 de febrero de 2011
A linha borrosa da loucura...
Dizia Michel Foucault que a loucura é como um sonho despedaçado, uma realidade particular que nunca se consuma que se faz em pedaços...Todos estamos condenados a estar entre a cordura, as normas e padroes 'convencionais' e a loucura, o desquício, o sonho nao acordado permanente... A loucura é uma convençao social ou médica, mas se torna perigosa quando nao saibamos que o limite dela é nós mesmos e a nossa cordura. Ou nao seria loucura considermos melhores que os outros pela nossa cor de pele, raça, gênero ou procedência? Nao será loucura vermos que pessoas morrem cada dia em defesa da liberdade sao abandonados pelos mesmos defensores da mesma? A loucura é um caminho à cordura, ou seria a cordura uma linha instável que devemos manter com verdadeira grandeza?
A funçao real do jornalismo...
Hoje no jornal >,a jornalista Milagros Pérez Oliva defende que a funçao real do jornalismo é dizer a verdade, ou como mínimo apoiar-se nela no caso específico dos ensaios jornalísticos. Para ela nao há espaço para a ficçao porque a mesma distorsiona a realidade, através da imaginaçao. Contra essa idéia tao dogmática, outra escritora, dizia na sua coluna Asking Marylin, famosa nos EUA, que a pretensao de buscar a verdade no jornalismo é artificial, porque sempre prevalecerá a opiniao do jornalista sobre a realidade mesma. A questao da verdade somente pode ser vista diretamente, ou com meios especializados sobre a mesma ( livros científicos com metodologia necessariamente exata). Somente podemos ser capazes de ver se o jornalismo é verdadeiro ou opinativo se lemos dois jornais de ideologias diferentes (El país, de esquerdas e ABC de direitas, NYT ou Washington post, Le monde ou Le liberatión) e aí claramente veremos o contraditório que sao as opinoes e as fábulas que encerta os mesmos....
sábado, 19 de febrero de 2011
SUPERFICIALIDADE
Já Wirth, famoso sociólogo da década de 30, dizia que a impessoalidade seria a característica social máxima das grandes cidades. Outros estudos antropológicos mudaram esses mesmos conceitos, dizendo que as sociedades em bairros pertenciam a microscosmos de uniao importantes, em festividades, missas ou associaçoes beneficientes. Wirth imaginava um mundo mais hostil , mais neutro, de um jogo moral movido por normas, nao pelo grupo. Foi na década de 90, aonde o conceito de cidade mudou radicalmente, tornou-se mais complexo e cada cidade se distribuiu em conceitos mais ricos e sintéticos, com Setha Lowe (industrial, temática, moderna, tradicional, secularizada ou sincrética, sacralizada, etc). As grandes cidades cresceram em importância educacional, religiosa ou jurídica e até mesmo em qualidade de vida, como deduziu outro sociólogo mais moderno, Richard Florida. O urbanitas ou ser urbana se enfrascou pela mudança contínua quem sabe até obsessivamente. O mundo idealizado do bom selvajem de Rousseau ou as tribus amazônicas de Lévy-Strauss se desmistificaram e as cidades se tornaram no pólo de atraçoes intelectuais ou artísticas do mundo. Hoje ninguem fala em arte moderna senao vive em grandes urbes.Ao mesmo tempo,os museus de massas, Louvre, British Museum trazem o antigo e pré-histórico ao conhecimento de milhoes de pessoas, gerando história e conhecimento. Por outro parte,o mundo nas grandes cidades, outrora metrópolis ou nao, é mais poderoso que o dos próprios países em que situam e a sua força multicultural um mosaico incomparável de opinoies e idéias. Tavlez a única consequência trágica do mesmo sao os conceitos de amizade, tao alabados por Aristóteles, como formadores sociais da Pólis, ou o conceito de profundida de relaçoes, alabados pelos antropólogos nas relaçoes unitárias em pequenas comunidades...Mas como dizia o velho ditado: nao se pode vencer sempre....
viernes, 18 de febrero de 2011
Comportamento moral a la italiana
Na semana passada um grupos de manifestantes do gênero feminino com pancartas, acusavam Il cavaglieri de usar as mulheres como objeto. A lista é longa, desde festas do Dio Bacco, com mulheres, muito dinheiro e bacanal aos 70 anos. Relaçoes políticas com grupos mafiosos ou com grupos neo-ários. O homem mais rico do império, com o controle das televisoes nacional e privada. A igreja em contra, os intelectuais idem. E o povo? Curiosamente o apoio ainda é substancial. A razao? Que os valores morais sao uma invençao de uma sociedade em desenvolvimento, e quando há crise, os valores mudam...elementar...
martes, 15 de febrero de 2011
FALAR CATALAO EM HUESCA...
A entrevista estava tranquila, com perguntas e respostas, até que Raul Agnës, técnico do Girona, perguntado em catalao, quando foi responder em catalao, foi criticado severamente pelos demais. Quem conhece Girona, cidade enigmática, bonita e com pessoas mais educadas que Barcelona, unicamente te falam em catalao, até porque sae naturalmente, sem problemas. Mas se o assunto é fora das fronteiras catalanas o coisa fica rância. Resulta curioso como dizia Quim Monzó, que quando um americano, ou inglês que leva 10-20 anos fale no seu idioma todos se idiotizam e nao dao bola, mas quando um catalao fale a coisa fica feia. Claro que nao é o mesmo, como diziam os repórteres, uns se querem e outros nao....
EDUCAT. 1X1
O projeto Educat 1x1, correspondente ao udo de computadores portáteis na sala de aula, sofreu ontem a primeira derrtota: se anulará a compra de novos pcs. Mais de 40 mil alunos usam diariamente esse sistema, que embora com boas idéias previas, de digitalizar a educaçao, ainda nao se observou resultados de melhoras educativa conclusivos. Provavelmente devidos à bonanza econômica que viveu España e Cataluña nos últimos 25 anos, o projeto pioneiro era de universalizar o uso do sistema digital em todas as classes. A parte dos gastos nao projetados em educaçao e formaçao de pessoal técnico, os resultados práticos ano atrás ano nao sao nem o mínimo satisfatorios. Assim que o sistema se paraliza até próximos sonhos de grandeza....
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