lunes, 30 de julio de 2012

Olimpíadas.. esforço nacional e luta individual

Outro dia comentávamos sobre o pobre resultado das olimpíadas referente à ginástica olímpica e muitos criticavam excessivamente o mau resultado dos nossos competidores. Os próprios comentaristas, que por certo somente lembram desse esporte nas olimpíadas, davam explicações mil, mas nenhuma ao meu ver, compatível com a nossa trsite realidade: não somos um país que realmente se importa com os nossos esportistas. No dia a dia há um febre exacerbada pelo futebol, como se fosse o único esporte que realmente temos mérito e esquecem das milhares de pessoas que lutam noite e dia por um Brasil multi, diverso, aonde todas as modalidades dão ou podem dar vida... Nossos esportistas geralmente aparecem do nada, como o caso da piauense Sarah, e infelizmente são esquecidos pela mídia na mesma velocidade. Mesmo assim, algum louco varrido às vezes e sem incentivo chega a ser ouro, prata e bronze e mostram aos brasileiros que somos mais que um esporte e uma emoção...

miércoles, 4 de julio de 2012

REDES SOCIAIS...EM CAÍDA LIVRE...

Em decadência,... isso não há dúvida quando pensamos no presente das redes. Não de fans e boioladas do gênero, mas sim em qualidade e necessidade real e absoluta para a nossa vida cotidiana. Fenômeno novo, com menos de 10 anos, as redes sociais já aparecem mais fracas e desnecessárias que nunca. Se observamos os comentários diários dos nossos "amigos", mais que a vergonha alheia, cogitamos a real importância desse novo meio de pliticamente correto ridicularmente montado e mostra o quanto somos superficiais, mais que profundos. Se no início nos unia, hoje mostra mais claro que nada que a união sem objetivos nobres é pobre e fútil e desnecessária.. Triste, mas real.

lunes, 4 de junio de 2012

O TEMPO E O RETORNO....

Diz o ditado mais ou menos popular, que devemos viver o presente, porque o passado já era e o futuro ainda nem sabemos o que pode vir a ser, o que significa que o hoje é a única realidade que nos remite a nós mesmos..Não sei se isso é holywoodiano ou de alguém que não gosta do seu passado, etc etc.. mas não é absolutamente real...Seria assim se o passado não estivesse todos os dias na nossa memória e essa não voltasse a cada cheiro e a cada piscar dos tempos.... Sempre que leio La Vanguardia, por exemplo, de forma pavloviana me voltam aos sentidos a minha antiga morada: Barcelona. A cada frase em espanhol, a cada foto conhecida de políticos, personalidades e a cada mesnagem em espanholde um antigo amigo, me retornam os melhores momentos daquela bélle époque, porque assim foi.... Num deja vú constante e intenso, me repassam na memória, passeios, viajens, cheiros e eternidades que são minhas e de quem compartiu. Os gregos consideravam o Aiôn, a esse retorno à imagem imortal, à memória de tempos gososos, de tempos inesquecíveis, o mais importante das nossas vidas, a felicidade contra o crhonos, o tempo que voa e que não deixa memórias..Nisso lhes dou razão aos difamados gregos... As janelas da vida mudaram, mas o sentimento de 'vuelta' ao passado e imanente aos seres vivos nos fazerm lembrar da vida na sua totalidade, dos momentos em que éramos felizes e sabíamos que éramos...

domingo, 6 de mayo de 2012

PENSAR MATEMATICAMENTE...NUMERAMENTO..

Hoje em dia ouvimos muito sobre o letramento a a alfabetização, mas nunca ouvi falar em algo sumamente importante, o que eu chamaria de numeramento. Nas escolas há uma eterna preocupação com as letras que sem dúvida são uma forma de usar o pensamento crítico e a razão, mas esquecemos irracionalmente dos números. Hoje o governo propôs que as ciências sociais sejam obrigatórias na escola, sociologia e filosofia por exemplo. Não nego que são importantes, mas porque não nos preocupamos com o pensar lógico nas exatas...por que não temos matemática econômica, que nos colocariam no mercado de trabalho e na vida em geral com mais coerência e exatidão. Por que não estudamos a economia doméstica, a ecologia e a biologia com números...por que não ensinamos as nossas crianças a entender a ciència com números, com estatísticas e que saibam para que servem e como realmente se calculam indicadores sociais que tanto os nossos políticos nos vendem no dia do trabalho... A única resposta que tenho em mãos é que nos acostumamos a aceitar as leis e idéias de pessoas que perigosamente não entendem de números, mas que nos enganam com palavras, algo mais sutil, subjetivo e altamente falho...e manipulável senao conhecemos os números ...

A SITUAÇÃO ATUAL...

Faz alguns dias ou melhor meses, que mantenho a eterna dúvida, vale ou não a pena manter um blog que agora deixa de ter a causa inicial da sua existência ou é melhor mudar as diretrizes e objetivos e seguir remando... Keep walking diria aquela bonita propaganda do Johnny Wlaker sobre o Brasil. A causa inicial foi não perder o idioma materno, o português e aminorar a solidão. Não buscava como não busco, fãs nem bobadas do gênero, buscava dar opinões, idéias, às vezes originais, e às vezes minhas, e ter um espaço de discussão. Hoje as causas iniciais se foram, mas as secundárias ainda estão firmes na minha cabeça, precisamos ainda seguir opinando, o país, o mundo, hoje mais que nunca necessita discutir o presente, o passado, para que o futuro não seja um não-disse ou um nem-me importa...Assim que seguimos,...walking...

martes, 17 de abril de 2012

O mundo cinza...

O mundo infelizmente não é preto nem branco, é cinza. Digo isso em relação ao novo conflito instalado na Argentina com Espanha sobre a nacionalização da YPF, a petrobrás deles. No período de Menén, a empresa YPF foi privatizada e a empresa espanhola Repsol comprou grande parte do montante da mesma. A entrada do capital externo foi determinante no país platino, principalmente nesse setor. Hoje porém as regras, de acordo com os jornais e notícias que nos chegam, é diferente. Cristina Kirchner decidiu a toque de lei presidencial que a empresa volta aos domínios do governo, u seja, que se estatiza novamente. Mas a dúvida fica. Por um lado, não sabemos as reais condições daquele momentum Meneniano, se realmente o país foi beneficiário da entrada do capital ou se foi uma venda sem grandes vitórias aos argentinos. Por outro lado essa mudança repentina traz desconfiança externa sobre a credibilidade de um governo que pode mudar as regras qualquer momento, que compre as ações a preço de banana a uma empresa que já nem é mais sua nem foi posta à venda. Os jornais e a informação que nos chegue a partir de agora nesse ínterim serão sesgadas, para um lado da balança que acusará a empresa espanhola de aproveitadora ou da mídia euro-saxona que acuse o governo argentino de país bananeiro. A verdade porém será uma,talvez um meio termo entre ambas, mas suspeito que nunca saberemos o final desse trágico picaresco romance hispànico...

domingo, 15 de abril de 2012

O poder e a verdade

O poder da imprensa é inquestionável, mas não saberemos nunca a extensão de tal poder nos resultados finais. Mas por outro lado sabemos que se não existisse a mal amada mídia, não existiria a bem considerada liberdade de expressão real e equipolente. Nos países considerados desenvolvidos a imprensa tem partido, o que significa que sabemos de antemão quem pensa o que pensa e como argumenta tais pensamentos. Aceitem ou não os panfletários de plantão é uma forma realista e madura de vermos que a mídia tem opinião, não somente fatos. No Brasil, não podemos dizer com clareza tal afirmação. Podemos inferir que se tal jornal deixa que fale tal pessoa, é porque tal ideologia pode ser expressada no mesmo e assim podemos concluir que se joga nesse determinado território político. Dois exemplos claros, a Folha de São Paulo e o Estadão. O primeiro joga mais pela esquerda, mas sempre mostra a opinião de ambos partidos, escreve tanto Aécio Neves como Marta Supleci como vários professores universitários de entidades privadas e públicas. Já o Estadão assume uma visão mais direitista, mais anti-pt, mesmo que no imaginário também tenha partidários de várias facções. Estamos mais encima do muro. Talvez pela nossa pouca vontade de sermos francos para não ofender aos que pensam diferente, ou talvez porque não gostamos de opiniões extremas, mas não podemos esquecer de defender a mídia, porque resguarda a opinião de todos, não somente dos governistas ou da oposição...