lunes, 16 de enero de 2012
A TELEVISAO é....
A televisao é ... entretenimento, nada mais. Se equivocam os mais intelectualizados se pensam que segunda às 10 horas da noite querem os telespectadores ver um documentário sobre Portinari, ou um conto de Oscar Wilde, e ignoram consequentemente o real valor da televisao, o escape ou aiôn local, o divertimento sem estresses, o nao pensar, que também é importante para que possamos voltar ao batente no outro dia. No mundo inteiro a televisao ocupa um lugar preciso nas vidas e no quotidiano mundial, mas nao necessariamente esse objetivo é cultura, nem formaçao. Fora os programas culturais, como telecurso segundo grau ou programas de arte que passam em horas inauditas, os demais programas sao de laser, de descanso social... O Big brother, por exemplo. Nao objetiva criar pensadores, nem muito menos é moralizante, como tampouco tem histórias comovedoras. Sao pessoas jóvens que curtem a vida (nenhum está com um livro de Schopenhauer ou de Nietzche, e provavelmente nem o conheçam) e querem ser famosos na globo. Isso é show business, nada mais. As pessoas que darao ou nao importância a esses famosos,e a televisao fará o seu papel, será somente um meio de transformá-los, mas bem podem ser esquecidos como qualquer outro. O mesmo acontece com as novelas. Sao um fenômeno de encontro familiar, de discussao de assuntos mais ou menos reais, de ficçao e nada mais. Que tenha um gênio ranzinza discutindo a real funçao cognitiva das novelas peca por burrice, porque nao deixa de ser o mesmo, entretenimento, laser e diversao. Assim que julgar um jogo lúdico que é a TV nao deixa de ser bobadas...
domingo, 15 de enero de 2012
A imparcialidade na mídia brasileira
Na Europa nao existe imparcialidade na mídia, mesmo que digam o contrário. Os jornais sao diretamente mantidos por ideologias claras e firmes, sejam da direita (ABC na España, Le observateur na França) ou sejam da esquerda (El país ou Le monde). Nao há meio termo ético. É muito difícil ver um jornalista europeu imparcial, aquela quimera aonde teoricamente se calca o estudante de jornalismo. De acordo com a RAE, Real Academía Española de letras, o jornalismo é a 'Captación y tratamiento, escrito, oral, visual o gráfico, de la información en cualquiera de sus formas y variedades' ( em nenhum momento se afirma que deva ou nao ser imparcial). Se buscamos pela wikipedia, vemos que nao há uma certeza afirmativa que afirme categoricamente sobre a imparcialidade opinativa, mas sim na imparcialidade na captaçao da informaçao, o que significa que a imparcialidade foge ao senso comum, e sim deve ser subjetivamente analisada pelo jornalista, pela sua liberdade de expressao, desde que coerente com o pensamento crítico e racional. O que significa também que a informaçao jornalística será ou descritiva ou opinativa, nao havendo espaços claros na imparcialidade. Assim que tomarmos a imparcialidade como algo real na mídia brasileira é sermos ingènuos nao com a informaçao, mas sim com a espécie humano, com o homo sapiens...
sábado, 14 de enero de 2012
PROPAGANDA NACIONAL
A propaganda, em geral, nos incita a mostrar, como objetos materiais adquirem pela força do nosso pensamento um poder mágico, amplo e com várias outras conotaçoes nao relacionadas implicitamente. Associamos por exemplo,certas marcas de carros com poder, certas roupas com prestígio social e assim sucessivamente, levando essa associaçao ao extremo de pessoas ou naçoes, com comportamentos, açoes e formas de pensar melhores ou piores. Um exemplo claro foi a nossa 'educaçao' quanto a tudo que seja europeu. Sempre associamos com coisas boas, com pessoas trabalhadoras e respeitáveis, bonitas, resolvidas, e criamos um halo de permanência temporal que dificilmente colocaríamos em nós mesmos, brasileiros.Um caso atual exemplar foi a caída dos três As na França, acompanhados de países menores com Portugal ou Eslovênia. Mesmo que vemos diariamente que a situaçao européia está como mínimo complicada, muitos países europeus ainda vivem no nosso pensamento coletivo com a marketing que criamos, ou cremos que países tais como Portugal, com as dívidas e a quebradeira na qual está situada, ainda hoje está na frente do Brasil nos compromissos de dívida ou responsabilidade internacional? Sem dúvida, muitos anos sao necessários para mudarmos o chip mental, mas mudar é um obrigaçao moral nossa, um dever.
viernes, 13 de enero de 2012
TIEMPOS DE CRISIS...La carita mágica del cine
No hay duda que la película que acaba de estrenarse en Europa sobre Margaret Thatcher no tenga razón de ser, implica que muchos de los antigos quieren de vuelta planes que recorten los derechos sociales ya no abarcables en el viejo continente. Me acuerdo que cuando trabajaba en España, la calidad en salud era incomparable; los derechos sociales adjuntos, tales como la seguridad y educación eran formidables y en teoría todos creían que nada cambiaría. Muchos amigos se quedaron de piedra al descobriren que tal situación era una gran ilusión y que manos al alto, todo cambiaría en un plis plas. Hoy por encima de los carteles de protestas y de no resignación, muchos saben que los estados de bienestar en Europa ya no son compatibles con los bajos niveles de estos en el resto del mundo. Y muchos por eso participan activamente promoviendo películas con grandes actores (Meryl Streep) para que se cambien el chip para el otro lado de la fuerza, el del capitalismo más atroz...Elementar diría el amigo Holmes...
OCCUPY EVERYTHING
Conheci o movimento Okupa na España. Tratava-se de pessoas sem moradia, em geral de estilo pós-modernista (roupas indianas, cabelo rasta, piercings everywhere e ideologias comunistas ou anarco-socialistas) que tomavam casas desabitadas há anos, transformando-as numa comunidade. No ano passado até praças públicas foram tomadas, transformando o público em privado, e um novo grupos urbano e mais intelectualizado de okupas foi redimencionado...Da España ao mundo...O movimento das praças españolas cresceu no altermundo e chegou aos Estados Unidos, terra capitalista por antonomásia, mais precisamente em Nova Iorque, reivindicando a cidadania e atacando os chamados 1%s restantes, os ricos financeiros... Agora o movimento okupar es extende também com força na participaçao mundial coletiva e como dizia Noam Chomsky, ocupará o futuro...
jueves, 12 de enero de 2012
O CASO USP... ESTUDANTE E POLICIAL
O caso de agressao policial a um jovem na USP expoe duas realidades ainda pré-civilizatórias no mundo atual, a falta de convivência pacífica com as forças policiais e a real funçao das forças das mesmas, de zelar pela convivência. No episódio em questao, um jovem foi agredido quando nao quis mostrar a sua carteirinha da USP ao policial e o mesmo o agarrou, quase apontando uma arma ao mesmo. O ato saiu na televisao com frases retóricas dos políticos e com entrevistas a ambos lados. Sem dúvida agredir arbitrariamente é um erro e nisso a culpa é do policial, que antes de mostrar força, deve mostrar cordialidade e respeito a qualquer cidadao. Mas ao mesmo tempo o jóvem agredido, que estava em lugar nao permitido pela universidade nao demonstrou respeito aos policiais ao nao mostrar a maldita carteirinha (se esquecem os defensores do politicamente correto, que há duas favelas pegadas à universidade, aonde nao faz muito foi assassinado um estudante e baleada outra). Nao adianta usar discursos panfletários contra a PM na USP se a mesma zela pela segurança real da instituiçao (móveis, furtos, etc), como tampouco deve a PM usar a força antes da educaçao... Quanto que ao menino era negro e coisas ao respeito ( como o idiota que saiu com uma roupa de frade falando que os PMs nao concebiam um negro universitário) e que o ato foi de racismo, sobram palavras... o episódio foi um desrespeito mútuo numa sociedade que quer algum dia ser desenvolvida...
miércoles, 11 de enero de 2012
OS GURUS E O LIVRO DE PAPEL...
Hoje em dia já nao temos as mesmas crenças medievais de acreditar em bruxas, na floresta negras encantada ou nos gnomos, como tampouco vemos com bons olhos as idéias catastróficas de Nostradamus ou do calendário Maia, mas algo que nao para de crescer no nosso mundo pós-moderno sao os gurus da tecnologia. Steve Jobs, Bill Gates, entre outros enchem centros de convençoes para praticar as suas idéias do que as pessoas estarao fazendo no futuro. Claro que existem gurus menores, que predizem coisas mais fáceis e que nao necessariamente ganham tanto. O caso que quase todos querem ver morto o livro em papel, o velho amigo e companheiro das nossas vidas. Razoes sobram: espaço limitado nas grandes cidades, ecoproteçao (destruiçao de menos matas), facilidade de transporte e preço. Nao obstante, e apesar de todas as inglórias vidas que levam, esquecidos em sebos de 'mala muerte', os livros resistem aos anos e eras (algo que ainda nao sabemos sobre os e-books). Enfim, geram ainda no trintoes como eu, aquele respeito porque foi através deles que conhecemos a lenguagem dos clássicos, o pensamento dos coerentes e o amor dos poetas...
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