martes, 10 de enero de 2012
MILITANTES
Hoje temos um novo grupo de pessoas que estao como diria Nietzchie, acima do bem e do mal, que dizem o que pensam, mesmo que nem sempre pensam antes de dizer e que fazem parte desse novo Brasil, da nossa sociedade: o militante. Em geral sao pessoas politizadas, com profundas raízes socialistas e petistas que crêm firmemente no poder 'divino' do PT. É só ler os colunistas de direita, que alí estao eles, agredindo...com comentários panfletários e ofensas nao relacionadas ao assunto. Hoje mesmo tivemos um caso na Folha de Sao Paulo. O colunista Gilberto Dimenstein colocava em pauta estar decepcionado com LULA por nao ter-se tratado em um hospital público e que a esposa do mesmo teria fumado no quarto dele, naquele dia inicial de tratamento. Imediatamente vários detratores atacaram o seu comentário de forma grosseira e pobre. Ninguém pensou na pauta em questao (saúde pública e exemplo público de um cidadao importante), somente balas foram atiradas contra o jornalista. Liberdade de expressao, opiniao independente, direito de igualdade, nada disso foi respeitado, somente o ataque, irracional, panfletário e militante...Símbolo dos novos tempos...
domingo, 8 de enero de 2012
QUALIDADE DE VIDA E DESIGUALDADE MÉDICA
De acordo com os dados do Conselho Federal de Medicina, há uma desigualdade brutal na repartiçao de médicos e especialistas pelo Brasil afora, algo que certamente influe na qualidade e na sobrevida da populaçao em questao. A grande maioria dos médicos brasileiros vive na regiao sudeste do país e em menor proporçao na regiao sul, lugares com melhor qualidade de vida, atençao social e preocupaçao pela sociedade em geral. A pior regiao sem dúvida é a regiao norte, seguidas do nordeste, regioes com dificuldades topográficas evidentes, desde alteraçoes climáticas evidentes, desigualdade social franca e altos índices de descaso social e ausência de laser comunitário. As razoes mesmo variadas, implicam necessariamente a qualidade de vida, objetivo de todo ser humano. Todos os profissionais bem formados buscam , a parte de quantidade (dinheiro, moradia, escola aos filhos), qualidade (viver bem, com segurança, status e laser). Somente mudando os atrativos sociais, as possibilidades de formaçao continuada e a valorizaçao real é que podemos mudar tal paradigma social e melhorar-mos as condiçoes dos profissionais de saúde e da populaçao como um todo. Sem mudanças reais, pouco pode ser feito...
sábado, 7 de enero de 2012
Aufklärung...Esclarecer...
Sao Paulo se acalma. Janeiro respira tranquilidade. As ruas mais vazias, sem tantos carros, as chuvas tropicais e o ar ate o mesmo, parece deixar-nos respirar melhor...Mas que nao se enganem os demais. A máquina econômica brasileira nao descansa em sono profundo, cochila somente nesse instável e irreal mes de 2012...
viernes, 6 de enero de 2012
CRACOLÂNDIA...FAXINA...
Muitos levarao as maos aos céus, com discursos politicamente corretos, mas nao há dúvida que a situaçao do centro de Sao Paulo, e em particular a conhecida Cracolândia necessitavam uma mudança radical e definitiva. Nao é possível que existam lugares públicos aonde a droga seja a norma e que os mesmos perambulem sem o mínimo de cuidados de saúde e cidadania. O crack nao é uma substancia qualquer e deve ser tomada como uma droga altamente letal e destruidora para a criaçao social democrática. O centro de Sao Paulo necessita urgentemente de uma mudança que revigore o seu passado, para que a cidade tenha orgulho do seu presente e futuro e deve começas por uma faxina aos lugares que nao representam o seu valor. Mas nao resta dúvidas que as mudanças devem ser complementadas com políticas aos dependentes que aí estavam...
jueves, 5 de enero de 2012
Más allá del bién y del mal..
Nietzchie fue quién acuñó el término a través de su libro contra los pre-fijados valores católicos y platónicos que se extendían en la Europa de los finales del siglo 19. Pero quizás no percibió que la vuelta coperquiana en esa sencilla frase sería que, más allá del bién y del mal, estaria la mal-amada filosofía actual. Hoy sabemos que cuando pensamos algo, lo que sea, es algo parcialmente transformado por nosotros mismos, lo que significa que todo lo que sabemos no deja de ser una mera interpretación de la realidad, algo pre-determinado en nosotros y algo con lo cual teremos que confrontarnos en el día presente. Temas tan díspares como el aborto, o como la eutanasia siempre serán formas parcialmente aceptadas por nuestra realidad social, moldadas por nuestras vivencias reales y talvez poco de todo eso, será el libre albedrío, la idea 'original' que podemos dar al todo. Lo que al final significa que más allá del bién o del mal, no hay nada más que nuestras percepciones de la realidad, sean bién interpretadas o no.
2012...um novo ano de velhas histórias...
Que feliz seria que em cada ano novo se deletasse todas as informaçoes ruins do ano passado. Que se a crise européia fôsse aquela morlinha de Lula, e que o mundo nao estivesse em perigo real nuclear por esses teológos iranianos, que o Brasil já nao tivesse miséria e que os ricos fôssem mais ricos (algo mais nao querem)... Pois nao, a vida inicia como no dia anterior, com as mesmas engrenagens e mesma velocidade. A terra dará a sua volta seja o ano que for e o terráqueo seguirá fazendo das suas, sejam boas ou nao. Outro dia uma psedo-intelectual do Zero-hora, dizia que deixaria de planejar já que as grandes coisas na sua vida foram novas, nao planejadas...nao sei nao, mas se todos nao planejássemos, provavelmente estariamos na mesma história dos nossos antepassados homo erectus, e nao teríamos inventado nada. Por isso acho que temos que planejar, inventar mares nunca ante navegados, achar relaçoes que nunca existiam ou se `pensavam e ver o mundo como uma janela aberta ao descobrimento, nao ao desconhecido...E a vida voará e seguirá o seu rumo...
CRÍTICA, DISCUSSAO, E RAZAO...

É curioso, mas nem sempre recebemos as críticas da mesma forma e intensidade que fazemos a outas pessoas. e pior, é provável que as pessoas que mais nos criticam sao aquelas que mais medo têm de receber críticas. No mês pessado a revista brasileira de filosofia discute precisamente isso: o poder que temos para criticar e a força dos argumentos para realizar a nossa valorizaçao final. Nem sempre aceitamos que nao podemos saber tudo e muitas vezes esquecemos que a crítica nos modela e também nos transforma em seres adultos. Muitos se ofendem porque a parte de nem sempre terem a razao, nao admitirem que outras possam possuí-la... Quem bala quer atirar, bala terá que receber, um princípio básico de todo adulto...Mas infelizmente uma quimera como tantas outras...
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